sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Carpe Diem


Cada minuto que se vive, 
pode ser o último da nossa vida
e mesmo assim, gastamos nosso tempo
como se ele fosse infinito.

Nanda Assunção  

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Amor eterno (disoneto)


                                                                                    a Bruno Alves de Oliveira 

PARTE I

O tempo passa, mas a dor não
se isso não acontecesse, talvez eu não saberia
o quanto eu te amei, não tem explicação
se pudesse voltar atrás, mas não sei o que faria

Não entendo e não quero entender
você foi parte da minha vida
e eu lembro como eu queria te proteger
esse vazio, não sei como se lida

O seu jeito de criança, como você ria
o jeito que você andava e comia
são tantas coisas, lembro de você todo dia

Brigas e brincadeiras como tinha que ser
minha infância e adolescência foi você
é tão difícil viver sem te ter.


PARTE II

O tempo passou e você se foi
tudo o que vivemos estará dentro de mim
eu gostaria que fosse sempre "oi"
sei que este amor nunca terá fim

Lembrar da sua voz me faz chorar
o seu jeito de falar comigo
como me tratava me faz recordar
eu tinha meu melhor amigo

Entrego você, como sempre fiz a Deus
lembrando dos momentos meus e seus
Cristo meu, agora ele está nos braços teus

Só queria agradecê-lo por tudo,
esquecer você seria um absurdo
por isso te dedico esse conteúdo.

Nanda Assunção   






Lápizes


A cada risco, uma imaginação
todo desenho uma emoção    
Lápis, mais que madeira
pode ser uma vida inteira
quando criança eu pensava
qual seria o plural de lápis
ingênua, nem imaginava
que o objeto formaria tantos craques
Hoje sei, em meio a assombros 
que o plural de lápis é sonhos.

Nanda Assunção